.:: Perfil ::.

Nick:Pré-grávida Idade:37

Bichinhos: uma poodle barulhenta, uma rot carinhosa e três calopsitas

Delícias: chuva torrencial, andar descalso, dormir sem hora p/ levantar

Horrores: arrogância, menosprezo, dor de dente

E outras coisitas mais...
Pedagoga, esposa, artesã.
Indecisa, caseira, feliz.
Muitos sonhos, vários planos, uma preguiça tremenda.
Pizza de qualquer coisa com sorvete stracciatela no final.
Muito sol, muito mar e uma vontade enorme de novos amigos.


.:: Blog's Queridos ::.

Relatos de Amor
Sou mamãe, e agora?
Igor Aguaçã
Histórias de Sarah
Lavínia e o pequeno Tom
Sorrisos de Mariah
Blog do Fralda
Sabor Felicidade
Doce Vida



.:: Blog's de Amigos ::.

Eu e os outros eus
Claudio Schamis
Runaway
Alessandra Freitas
il produttore (Giu)
Descobrimentos
Égua!Me Interna!
Ciça, uma papaxibé despatriada!



.:: Links ::.

Pati Merlin
Quero ser mãe
Mulheres de Peito
Fertilicidade



.:: Meu Humor ::.



.:: Depoimento ::.



.:: E-mail ::.



.:: Casa Antiga ::.



.:: Eu no Orkut ::.



.:: Arquivo ::.

archives


.:: Visitantes ::.


online
<BGSOUND SRC="music.mid" LOOP="INFINITE">






.:: Créditos ::.

.:: Layout: Thomoeda ::.



Todos os direitos
reservados ©
___________

Segunda-feira, Janeiro 30, 2006


Mãe é o que há de mais precioso no mundo!

A minha se foi... Anda sorrindo em outros céus, mas é felicidade pura já que não é mais matéria densa. Ao contrário, tênue como uma brisa ou um raio de sol, é energia que contagia quem está do lado de lá.

A saudade é grande, mas não dói. Sabê-la livre, leve e solta, despojada de qualquer doença é o meu prazer.

Foi maravilhoso tê-la comigo durante 35 anos. Aproveitei cada dia, cada sorriso e inúmeras lições.

Ainda sinto falta do purê com frango na chapa nos dias em que o estômago fazia estrago. Chego a ouvir sua voz quando me distraio e tenho a impressão, quase uma certeza, que vc vai estar atrás de uma porta qualquer que eu abra.

Obrigada por não ter ido no dia 29. Obrigada por ter esperado o Alê chegar em casa. Sei que teve dedo seu nisso... e não tive como agradecer.


Talvez eu não seja tão forte nem tão guerreira, nem consiga fazer contas de cabeça tão rápido. Mas trago em mim muito do que você foi... do que vc é!


Esteja sempre muito feliz!


(P/ quem quiser entender, iniciei um coment num post cujo assunto era mãe e acabei mudando a direção, transformando num recado p/ a minha e trazendo tudo p/ cá. Talvez por isso tenha ficado meio confuso, mas é assim que vai ficar).
Hoje faz dois anos que minha mãe se foi. Deve estar ouvindo Tom Jobim ao vivo.
Ela se foi nas primeiras horas do dia 30 p/ não machucar meus aniversários de casamento. P/ ser mais exata, ela se foi 2 minutos depois do Alexandre chegar em casa, me resguardando de receber a ligação do hospital de madrugada e sozinha.Mãe é mãe até em horas como esta.


Postado Por: Pré-Grávida às 14:44





Sexta-feira, Janeiro 27, 2006


Há que renovar-se diariamente
Minuto a minuto se necessário for...

É imperativo buscar força nova,
desdobrar a esperança, acreditar...
Mais do que tudo, acreditar...

E superar, esquecer a dor.
Lutar! Com garra! Com gana! Com amor... muito amor.




Postado Por: Pré-Grávida às 23:59





Sexta-feira, Janeiro 20, 2006


O ânimo volta aos poucos. A troca de figurinhas com os grupos de apoio do qual participo têm sido de extrema ajuda nesse processo.
Como incentivo p/ essa nova fase, vou planejando a viagem de férias e me ocupando com a dieta ultra saudável, sem direito a escapadinhas.Agora é p/ valer! Até o início de março estarei com 5kl a menos!


O projeto bebê fica em stand-by por enquanto, já que perdi a confiança no especialista e a IA (inseminação artificial) além de não ter dado certo, me trouxe algumas complicações extras. Vou correr atrás do prejuizo, colocar meu organismo em ordem novamente p/ depois pensar no que fazer.

O saldo positivo fica por conta do apoio recebido. Obrigada a todos.



Postado Por: Pré-Grávida às 16:46





Segunda-feira, Janeiro 16, 2006


Vocês não tem idéia do quanto cada comentário recebido tem sido importante. Palavras amigas são sempre base de sustentação p/ qualquer luta.

Não tem muito tempo recebi um texto com o qual me identifiquei demais. Ele é extenso, mas vale ser colocado aqui. Dá uma boa noção do pq faltou coragem para dividir os motivos do baixo-astral.


A Etiqueta da Infertilidade
Existem boas chances de que você conheça alguém que está lutando com a infertilidade. Mais de 5 milhões de pessoas em idade fértil nos Estados Unidos estão passando por infertilidade. Ainda assim, como sociedade, estamos lamentavelmente mal informados sobre como dar o melhor apoio emocional para as pessoas que amamos neste período difícil.
A infertilidade é, realmente, uma luta muito dolorida. A dor é parecida com o luto por perder um ente querido, mas é única porque é um luto recorrente. Quando um ente querido morre, ele não vai voltar. Não há esperança de que ele irá voltar dos mortos. Você deve passar por todos os estágios do luto, aceitar que nunca mais verá essa pessoa novamente, e seguir em frente com sua vida.
O luto da infertilidade não é tão metódico. As pessoas inférteis ficam de luto pela perda de um bebê que eles podem nunca chegar a conhecer. Elas ficam de luto pela perda de um bebê que teria o nariz da mamãe e os olhos do Papai. Mas a cada mês, há a esperança de que talvez este bebê tenha sido concebido finalmente. Não importa o quanto eles tentem se preparar para más notícias, eles ainda esperam que este mês seja diferente. Então, as más notícias chegam novamente, e o luto cobre o casal infértil mais uma vez. Este processo acontece mês após mês, ano após ano. É como ter um corte profundo que se abre novamente justo quando começava a cicatrizar.

Quando o casal decide seguir em frente com os tratamentos para infertilidade, a dor aumenta enquanto a conta bancária diminui. A maioria dos tratamentos para infertilidade envolve o uso de hormônios, que alteram o humor da usuária (meu marido lhe dirá que o efeito colateral é insanidade!) Os testes são invasivos e envergonham os parceiros, e você sente que o médico assumiu o controle do seu quarto. E para todo este desconforto, você paga muito dinheiro. Os tratamentos para infertilidade são caros, e a maioria das empresas de seguro não cobre os custos. Então, além da dor de não conceber um bebê a cada mês, o casal tem que pagar algo em torno de US$300 chegando até números de 5 dígitos, dependendo do tratamento utilizado.

Um casal eventualmente resolverá o problema da infertilidade de alguma destas três maneiras:
· Eles eventualmente conceberão um bebê.
· Eles vão parar com os tratamentos de infertilidade e decidir viver uma vida sem filhos.
· Eles encontrarão uma alternativa para ser pais, como a adoção.
Chegar a uma solução pode levar anos, então seu casal de amigos amado precisará de seu apoio emocional durante esta jornada. A maioria das pessoas não sabe o que dizer e por isso acaba dizendo a coisa errada, que apenas torna a jornada ainda mais difícil para seus entes queridos. Saber o que não dizer já é metade da batalha ganha para dar apoio:

NÃO diga a eles para relaxar
Todo mundo conhece alguém que teve problemas para engravidar, mas que finalmente conseguiu logo que ela "relaxou". Casais que conseguem engravidar após alguns meses de "relaxamento" não são inférteis. Por definição, um casal não é diagnosticado como infértil até que tenha tentado sem sucesso engravidar por um ano completo. Na verdade, a maioria dos especialistas nem mesmo tratará de um casal por infertilidade antes que eles tenham tentado engravidar por um ano. Este ano é para excluir as pessoas que não são inférteis, mas apenas precisam "relaxar". Os que sobram são verdadeiramente inférteis. Comentários como "apenas relaxe" ou "por que vocês não fazem um cruzeiro" criam ainda mais stress para o casal infértil, especialmente para a mulher. Ela sente que está fazendo alguma coisa errada, quando, na verdade, há uma boa chance de que haja um problema físico que a esteja impedindo de engravidar.
Estes comentários podem chegar a ponto do absurdo. Como casal, eu e meu marido passamos por duas cirurgias, numerosas inseminações, tratamentos hormonais, e quatro anos de médicos nos apertando e cutucando. Ainda assim, as pessoas continuavam a dizer coisas como, "se você apenas relaxasse durante um cruzeiro..." A infertilidade é um problema médico diagnosticável que deve ser tratado por um médico, e mesmo com o tratamento, muitos casais NUNCA conseguiram conceber uma criança. Apenas "relaxar" não cura a infertilidade.

NÃO minimize o problema
A falha em conceber um bebê é uma jornada muito dolorosa. Os casais inférteis estão cercados de famílias com crianças. Estes casais vêem seus amigos terem dois ou três filhos, e vêem estas crianças crescerem enquanto voltam para o silêncio de suas casas. Estes casais vêem toda a alegria que uma criança traz para a vida de uma pessoa, e sentem o vazio de não serem capazes de experimentar a mesma alegria.
Comentários do tipo, "aproveite que você pode dormir até tarde... Viajar... Etc." não oferecem conforto. Ao contrário, estes comentários fazem com que o casal infértil se sinta como se você estivesse minimizando a dor deles. Você não diria a alguém cujo pai acabou de morrer que ele deveria ficar feliz, pois não vai mais ter que gastar dinheiro com o presente de Dia dos Pais. Deixar de ter aquela obrigação nem mesmo está perto de compensar a incrível perda de um pai ou mãe. Da mesma maneira, poder dormir até tarde ou viajar não fornece conforto a alguém que quer uma criança desesperadamente.

NÃO diga que há coisas piores que poderiam acontecer
Nestes mesmos termos, não diga a seus amigos que há coisas piores que poderiam acontecer do que o que eles estão passando. Quem é a autoridade final sobre qual é a "pior" coisa que poderia acontecer a alguém? É passar por um divórcio? Ver alguém querido morrer? Ser estuprada? Perder um emprego?
Pessoas diferentes reagem a diferentes experiências de vida de maneiras diferentes. Para alguém que treinou a vida inteira para participar das Olimpíadas, a "pior" coisa que poderia acontecer é um ferimento na semana anterior ao evento. Para alguém que deixou a carreira para se tornar uma dona de casa por 40 anos após o casamento, ver seu marido trocá-la por uma mulher mais nova pode ser a "pior" coisa. E para uma mulher cujo único objetivo de vida é amar e nutrir uma criança, a infertilidade pode sim ser a "pior" coisa que poderia acontecer.
As pessoas jamais sonhariam em dizer a alguém cujo pai acabou de morrer, "Poderia ser pior, seu pai e sua mãe poderiam estar mortos". Tal comentário seria considerado cruel e não reconfortante. Do mesmo modo, não diga à sua amiga que ela poderia estar passando por coisas piores na vida do que a infertilidade.

NÃO diga que eles não foram feitos para ser pais
Uma das coisas mais cruéis que alguém já me disse foi: "Talvez Deus não queira que você seja mãe". Quão inacreditavelmente insensível é insinuar que eu seria uma mãe tão ruim que Deus achou melhor me "esterilizar divinamente". Se Deus estivesse no ramo da esterilização das mulheres no plano divino, você não acha que ele preveniria as gravidezes que terminam em abortos? Ou então não esterilizaria as mulheres que terminam por negligenciar e abusar de seus filhos? Mesmo que você não seja religioso, os comentários do tipo "talvez não seja para ser" não são reconfortantes. A infertilidade é uma condição médica, não uma punição de Deus ou da Mãe Natureza.







Postado Por: Pré-Grávida às 20:22





Quinta-feira, Janeiro 12, 2006


Tenho recebido sugestões maravilhosas e agradeço a todos.

Meu ânimo melhorou um pouco, embora ainda sinta um forte desejo de abrir um buraco no chão e enfiar a cabeça p/ nunca mais sair.

Em breve volto p/ contar o motivo de tanta lamentação. Confesso que ainda falta coragem. Alguns comentários podem ser cruéis mesmo que feitos sem tal intenção e meus motivos podem ser banais p/ quem está fora do olho do furacão. Mas conto em breve.

Com o Alê em SP, passei boa parte da madrugada "caçando" músicas da década de 70 e 80 na internet e resultado pode ser ouvido agora. Tomara que gostem.

Postado Por: Pré-Grávida às 15:57





Terça-feira, Janeiro 10, 2006


Entrei a semana num tremendo baixo astral.

Estou precisando viajar p/ espairecer, tomar um banho de mar p/ ver se me livro dessa inhaca e recarrego as energias. Aceito sugestões.



Postado Por: Pré-Grávida às 18:57





Sábado, Janeiro 07, 2006


Enquanto a chuva dá uma trégua aqui pelo interior, o mato cresce solto e o que um dia foi grama virou mata fechada. Por conta dos espinhos que insistem em grudar nos pêlos da Shine (a poodle), a coitada, além de tosada tá com uns talhos nos poucos tufinhos que restaram.


Momento Recuerdos.

Ando mantendo intenso contato com a turma do colégio. Encontrei o povo no orkut e os e-mail's têm sido frequentes. Os encontros também, mas como não dá p/ enfrentar 150 km só p/ tomar uns choppinhos e botar o pé na estrada de novo, vou adiando o momento "ao vivo e a cores". E tem sido bom demais! É quase como voltar p/ passado, só que sem aquelas calças acima do umbigo, dividindo tudo lá embaixo e nem aquele o visual moderníssimo da época (ui! dá até arrepio lembrar).

Esses talvez tenham sido os melhores tempos de escola. Tempos de luta, de reivindicação, de empenho, de revolta e briga quando surgia um comentário de banheiro desmerecendo o curso. Tínhamos orgulho do magistério e lutávamos por um ensino melhor, principalmente na periferia. Participei de passeata, criei peça infantil, levei diversão p/ orfanatos, p/ escola esquecida. Apresentei trabalho do lado de fora da escola p/ não ficar sem nota e me solidarizar com os alunos que por não terem carteirinha, eram impedidos de entrar na classe.

E no meio dessa união, entre uma danceteria na sexta à noite e uma visita ao orfanato no domingo cedo nos formamos... E as 25 garotas que de tão entrosadas não se desgrudavam nem nos finais de semana, seguiram por caminhos completamente diferentes... e se perderam pelo tempo.

Hoje não tem mais feira de ciências, nem passeata. O povo tá mais careca e com um monte de filhos a tira colo. Carecas sim, no magistério não tinha sequer um garoto, mas a turma de eletrônica, que dividia o horário de Ed. Física com a gente, dava o toque masculino que nos faltava.

A saudade, vou matando aos poucos. Tenho até assistido show do Depeche Mode na tv quase que diariamente, só p/ relembrar. E só p/ embalar o tema, deixo umas fotos da minha formatura.


compenetradíssima



olha o sorrisão e no canudo só tinha confete



juro, solenemente...



depois da meia noite...



...todos os gatos são pardos



fim


Postado Por: Pré-Grávida às 20:21





Sexta-feira, Janeiro 06, 2006


teste...

Alguém sabe como fazer p/ a p*rr* do arquivo funcionar direito?!


Em tempo: Acho que consegui arrumar. Tomara!

Postado Por: Pré-Grávida às 14:11





Segunda-feira, Janeiro 02, 2006


A temporada de festas, com a loucura de seus preparativos vôou. E acabou!

Incrível como eu consegui enfrentar até liquidação dia 31! Mais incrível ainda é ter marido de ressaca e super compreensível me acompanhando em plena muvuca do centro da cidade.

A Virada aqui em casa foi tranquila, com o Alê temperando pernil e bichinhos perambulando atrás da gente por causa dos fogos.
Para poupar as cachorras de um stress ainda maior, não poupei a casa. Resultado: meu lar, doce lar foi transformado em chiqueiro. Amanhã devo levantar disposta a por a mão na massa, antes que agentes da saúde pública interditem o recinto ou que algum engraçadinho pendure uma placa aí na frente escrito "CASA DA MÃE JOANA".


Mas valeu. E muito!

A comemoração com os amigos foi de véspera. Dia 23 saímos p/ beber num bar ao ar livre, com cascata na piscina e viveiro de pássaros ao lado. Se faltou a música ao vivo dessa vez, sobrou risada e histórias sobre o ano.Já a virada foi comemorada dia 30, assim, no mesmo estilo, só que mais a vontade já que foi aqui no condomínio mesmo. Melhor ainda se eu levar em conta que provavelmente fui a única a sair sóbria de lá.

O bom da faxina de amanhã é que devo perder um pouco dos quilos extras que a comilança desenfreada deixou. Mas devo admitir que casei com um chef de primeira grandeza e tô pouco me lixando p/ os ponteiros da balança. Depois a gente corre atrás do prejuízo.

Postado Por: Pré-Grávida às 00:12